Anomalias fetais

Autores

  • Iulla Aguiar da Silveira Universidade Federal de Goiás (UFG) Autor
  • Valdivina Eterna Falone Clínica Fértile Autor
  • Waldemar Naves do Amaral Filho Universidade Católica de Brasília Autor
  • Ricardo Pereira Marot Universidade Federal de Goiás (UFG) Autor
  • Thais Cristine Cardoso Ribeiro Universidade Federal de Goiás (UFG) Autor
  • Waldemar Naves do Amaral Universidade Federal de Goiás (UFG) Orientador

Palavras-chave:

Anomalias Fetais, Malformações Congênitas, Malformações renais, Malformações do Sistema Nervoso Central, Malformações do Sistema gênito-urinário, Malformações da Parede abdominal

Resumo

Introdução: As malformações congênitas têm importância na mortalidade perinatal. A prevalência na população é de 2 a 3%, representando 20 a 30% das mortes perinatais. É importante o diagnóstico das malformações durante o pré-natal como forma de oferecer ao casal aconselhamento genético apropriado e, quando possível, planejar a terapêutica com as opções de interrupção judicial da gestação, terapias intrauterinas e assistência neonatal especializada ao recém-nascido malformado.
Objetivo: Determinar o perfil clínico das gestantes portadoras de feto com anomalia congênita e estabelecer as topografias orgânicas mais comuns das anomalias.
Pacientes e métodos: Estudo transversal, prospectivo, realizado no ambulatório de anomalias fetais do departamento de Ginecologia e Obstetrícia/HC/UFG. Feito ultrassonografia obstétrica especializada, no período de fevereiro de 2009 a dezembro de 2011. Foram levantados 192 casos de gestantes com diagnósticos ecográficos de anomalias fetais.
Resultado: A idade materna média das gestantes foi de 24,59 anos. As anomalias do sistema nervoso central (SNC) foram as mais prevalentes, com 38,54%; seguidas do aparelho geniturinário, 23,44%; parede abdominal, 9,89%; aparelho locomotor, 9,89% e aparelho cardiovascular, 7,29%. A idade gestacional média na qual a anomalia foi encontrada foi de 28,67 semanas.
Conclusão: 1- O perfil da grávida portadora de anomalia fetal é: idade materna de 24,59 anos, idade paterna 29,42, primigestas em 41,52%, com idade gestacional média de 28,67 semanas, procedentes de Goiânia de 56,1%. 2- A topografia orgânica mais comum de anomalias foi do SNC (38,54%), aparelho geniturinário (23,44%), parede abdominal (9,89%), aparelho locomotor (9,89%) e aparelho cardiovascular (7,29%).

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Publicado

01-04-2015

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
Silveira IA da, Falone VE, Amaral Filho WN do, Marot RP, Ribeiro TCC, Amaral WN do. Anomalias fetais. Rev Goiana Med [Internet]. 1º de abril de 2015 [citado 23º de maio de 2026];47(1):6-10. Disponível em: https://amg.org.br/osj/index.php/RGM/article/view/166